Obrigada

Obrigada

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Chá para emagrecer



                         Chá para emagrecer


                                                      
                                               
                                       

                             5836_-_Encontro_acontece_no_Campo_Experimental_da_EPAMIG_-_Foto_Erasmo_Pereira

"O principal polo produtor de oliveira no país está localizado na região da Serra da Mantiqueira, que inclui os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, além de Minas Gerais, que concentra a maior parte da produção. “A oliveira é uma cultura temperada, que precisa estar em uma região fria para dar a flor, que, por sua vez, vai gerar o fruto. Por isso, a altitude e as temperaturas baixas do sul do estado tornam a região a mais propícia para o cultivo”, afirma o pesquisador da Epamig no Campo Experimental de Maria da Fé, Luiz Fernando de Oliveira". 5836_-_Encontro_acontece_no_Campo_Experimental_da_EPAMIG_-_Foto_Erasmo_Pereira


Quem quer uma ajuda extra na hora de emagrecer e gosta de usar chás tem um novo aliado na dieta. Considerado 300% mais poderoso que o chá verde, as folhas da árvore da azeitona possuem quase o quadrúplo de potássio, magnésio, manganês, fósforo, selênio, cobre e zinco.
Uma reportagem da VIVA MAIS! diz que pesquisas realizadas pela Universidade Metodista de Piracicaba mostraram que tais elementos garantem alto poder antioxidante e estimulam o metabolismo a eliminar gordura.
Diferencial
Mais do que ajudar na eliminação dos quilos extras, o chá de oliveira age especialmente nas gorduras acumuladas na região abdominal.
Assim, ao ingerir de três a quatro xícaras dele por dia, a pessoa consegue, num prazo de dois a três meses, reduzir em até 10% sua circunferência abdominal e perder, em média, seis quilos. Desde que, claro, combinando a bebida com uma alimentação saudável.
Como preparar e tomar
– Ferva um litro de água em uma panela que não seja de alumínio. Ao levantar fervura, despeje um punhado de folhas secas de oliveira. Ferva mais um minuto, deixe esfriar e coe
– Faça um chá fresco a cada dia
– Não use adoçante
Maria Lopes de Andrade.
Jornalista Reg. CPJ. 24.825 - 76 - 
RJ,Radialista, 
Parapsicóloga Clínica,
 Acupunturista,
Reikiana Master,
 Homeopata Metafísica ( Coordenadora de Estagio do Curso de Extensão em Homeopatia da Faculdade Federal de Viçosa- MG/ Reg: Livro 10, Nº 21615,Folha 193 v).
Participei do CBO 2000 a convite do MTE,, Ministério do Trabalho e Emprego, pela elaboração das Normas de Trabalho dos Terapeutas. 

sábado, 11 de novembro de 2017

A Carqueja e seus benefícios no controle da obesidade.



A Terapeuta Maria Lopes de Andrade recebeu do Ministério do Trabalho e Emprego


                                                          a indicação de 

                               Qualidade de Trabalho CBO 2000 MTE 


(Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego). 

Ofício nº194/SE-MTE 

"Secretaria Executiva do Ministério do Trabalho e Emprego". 

Brasília,17 de maio de 2000.


Maria Lopes de Andrade

                         Homeopata não médica - Código de atividade econômica

                                       "Terapeuta Holístico" código 3221-2






Tenho recebido solicitações para postagens sobre a obesidade mas iniciarei com uma pequena pausa de apresentação para os novos visitantes. 

  
         Os Blogs Maria Lopes por classificação estatística é considerado  pelos buscadores da web relativamente populares pelos frequentadores das redes sociais, mas de qualquer forma, sempre recebemos visitantes novos em nossos blogs e para os que não me conhecem reservarei uns segundo para me apresentar. 

                           Primeiramente Sinta -se Bem Vindo a este espaço.  

    Sou Maria Lopes de Andrade, moradora em Maricá no Rio de Janeiro, Acupunturista, Homeopata não Médica pela Universidade Federal de Viçosa num curso de 4 anos. Reikiana Master, Jornalista e Radialista. Terapeuta de Barras de Acesso a Consciência, MTVSS, Corrigindo a Visão. 


Como Homeopata  Não Médica ( Coordenei Estagio do Curso de Extensão de                                         Homeopatia da Faculdade Federal de Viçosa- MG./

                       Reg: Livro 10, Nº 21615,Folha 193 v).


Participei como convidada pelo MTE Ministério do Trabalho 

Emprego
                          como representante dos Terapeutas do Brasil 

                por indicação de Associações e Sindicatos de Classe 

                           com a finalidade de se realizar as

 Normas  do Trabalho dos  Terapeutas  junto ao Ministério do Trabalho e emprego. 

Recebi por desempenho Profissional  a classificação de

Qualidade de Trabalho CBO 2000 MTE 

(Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego). 

Ofício nº194/SE-MTE 

"Secretaria Executiva do Ministério do Trabalho e Emprego". 

Brasília,17 de maio de 2000.

          Homeopata não médica - Código de atividade econômica "Terapeuta   


                                            Holístico" código 3221-2


             A convocação pelo Ministério do Trabalho e Emprego teve a finalidade de classificar a profissão dos trabalhadores com Ervas Aromáticas e em seguida no período de um ano serem classificadas o maior número de terapias, desde que  houvesse quantidade suficiente de profissionais atuantes no desempenho de suas terapias e Curriculum exigido pelo MTE. 

           Após ter sido solucionado as Normas das Ervas Aromáticas, conseguimos a realização das Normas Ocupacionais do Terapeuta Homeopata Não Médicos e inúmeras outras terapias.

                   Após esta breve apresentação entremos no ema que me proponho  

                                             responder aos que estão solicitando.

                         A Carqueja e seus benefícios no controle da obesidade. 

          Sabemos que a obesidade atualmente é desencadeada por inúmeros fatores mas apresentarei algumas possibilidades de complementação ao possível tratamento que os visitantes estejam por ventura realizando. 

         Primeiro Ponto: A obesidade deve ser levada a sério e tratada com carinho por tratar-se de nossas vidas e sendo assim, temos o dever de nos oferecermos a nós próprios a melhor qualidade possível de vida. 

          O uso de alguma erva medicinal  jamais deverá ser a única possibilidade de tratamento, muito menos jamais recorremos aos chás indicados pelas vizinhas ou vendedores de lojas de produtos naturais, por não terem a qualificação de competência para realizarem indicações de cunho terapêutico.

        A obesidade poderá desencadear inúmeras complicações que vão desde a descompensação das taxas de glicose, colesterol, aumento pressão arterial e distúrbios diversos e até no que se refere a má circulação sanguínea, portanto o ideal é que se procure um profissional qualificado para sua orientação e acompanhamento de cada caso em particular. 

      A Acupuntura, a Aurículo Terapia, a Homeopatia, as técnicas das Barras de Acesso a Consciência, MTVSS e algumas essências florais poderão ser de excelente valia complementar ao tratamento clínico no controle da obesidade. 

      Caminhadas, exercícios físicos  ou academias,  somente com o acompanhamento e orientação de profissional capacitado para tal, podendo ser um médico, cardiologista ou nutrólogo.   

       As próximas postagens do Blog Maria Lopes e Ervas Medicinais 

seguirei com o Tema  a Obesidade e outras possibilidades de complementação aos 
                                     tratamentos tradicionais.  

                                     Carqueja ( BACHARIS CRISPA)
.
Poderá ser utilizada em forma de chás (dose regular) para : 
Anemia, cálculos biliares,enfermidades da bexiga, do fígado, dos rins, má digestão, má circulação sanguínea, icterícia, inflamação das vias aéreas,diabetes.
Por seus efeitos dissolventes e diuréticos  a carqueja presta excelente serviço nos casos de:
 Gota, reumatismo, feridas e chagas venéreas.

O chá da carqueja emagrece, além de combater todos estes males acima citados, o chá da carqueja tem sido  utilizado no combate a obesidade sendo excelente na busca da Perda do Peso.

Qual a parte a ser usada? 
Toda a planta desde suas folhas até raízes. 

 A carqueja é facilmente encontrada em locais alagadiços,  portanto o ideal é que se adquira em lojas com excelentes referências desde o seu plantio até o posto de revenda . 

Como fazer o chá de carqueja para emagrecer?
Separe 2 colheres de sopa rasa da carqueja picada em 500 ml de água. Coloque em uma vasilha e deixe ferver em fogo baixo e após levantar fervura, apague o fogo e deixe o chá descansar  por meia hora.Tome de 2 a 3 xícaras de chás por dia. 
                                Coe ao ingerir o chá. 


                       
Este chá poderá ser feito de um dia para o outro desde que colocado na geladeira, não usar adoçante ou açúcares. 
Durante o dia recorra ao auxílio de bastante líquido e e vite os refrigerantes e massas de um modo geral. 
Lembre que esta indicação trata-se de um complemento ao seu tratamento tradicional sendo fundamental manter sob controle as taxas de seus exames laboratoriais assim como a aferição de sua Pressão Arterial. 
Não tenha medo de sua balança ela não é a sua inimiga mas a amiga que alerta: 
-Tenha cuidado com a sua Saúde, divirta-se, dance, cante e viva uma vida a mais leve possível. 
Se determinado fato em sua vida esta pesando ou incomodando tente olhar sob outro aspecto e mude o que for possível mudar. 
 Existem flores em todos os caminhos basta prestarmos atenção e mudarmos um pouco nosso foco de observação. 

 Na próxima postagem falarei sobre algumas homeopatias que colaborarão com o teu desejo de ter seu corpo e emoções sob seu controle.
Porquê iremos nos deixar acompanhar por nervosismos, medos e preocupações, tenha certeza a homeopatia poderá ser um grande auxílio nestes temas emocionais que para algumas pessoas se torna fator preponderante para o aumento da obesidade, mas esta etapa ficará para a próxima postagem.
Até nosso próximo encontro, se você  considerou útil  estas  informações,  volte por aqui outras vezes. Obrigada.
Afaste as cadeiras e poltronas da sala e viva este momento                            Você e a música. 
Lembrem-se estarei do outro lado da telinha. 
Obrigada por sua companhia ao ler esta postagem.
Sejam Todos Felizes Sempre.  
Maria Lopes de Andrade.

marialopesdeandrade.lopes034@gmail.com





Curta o Som. Seja Feliz Sempre. Grata por sua visita
https://youtu.be/JiaTyt4EnGY

Literatura que poderá ser pesquisada.: 
As Plantas que Curam Alfonsas Balbachas 16 ª Edição 
Ed. Missionária "A Verdade Presente". 1963
Imagens :
https://i.ytimg.com/vi/8WDqe2XVFiU/hqdefault.jpg
 http://glicose.com.br/cha-de-carqueja-emagrece/
https://espacodosol.com.br/2016/03/15/carqueja-baccharis-trimera-less-dc/

        Matéria e postagem: Maria Lopes de Andrade. 

      Jornalista Reg. CPJ. 24.825 - 76 - RJ,Radialista, Parapsicóloga Clínica, 

   Acupunturista,Reikiana Master, Homeopata Metafísica, Terapeuta Quântica.  

                   Serás Sempre Bem Vindo. 

   Maria Lopes e Ervas Medicinais é um espaço dedicado                               a  Arte da Cura. 

Maria Lopes . 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Chá de Mutamba

Chá de Mutamba

Você já ouviu falar em uma planta chamada mutamba? Tempos atrás falamos sobre as propriedades medicinais da mutamba aqui no blog. A planta, nativa do Brasil e outros países latino americanos, é bastante conhecida por sua madeira, por seus frutos e também por seus benefícios para a saúde. Além do Brasil, pode ser encontrada em países como México, Cuba, Peru, Argentina, Bolívia e Paraguai.
Na cosmética, ela é usada na fabricação da xampus que combatem a queda de cabelo, a caspa e a seborreia. O chá preparado com a casca da mutamba também é indicado como desobstruente do fígado, além de tratar a febre, a diarreia e disenteria. A receita ainda serve para combater os sintomas de diferentes doenças do trato respiratório, como a asma, a bronquite e a tosse. Veja abaixo como preparar o chá.

Receita de Chá de Mutamba

Ingredientes

Para preparar o chá, você vai precisar do seguintes itens:
  • 2 colheres (sopa) da casca da mutamba
  • 1 litro de água

Modo de Preparo

Em uma panela grande, junte a água e as cascas da mutamba. Leve ao fogo e deixe cozinhar por 10 minutos, contado a partir do momento em que a água entrar em ebulição. Depois desses tempo, desligue o fogo e deixe a mistura descansar tampada por mais 10 minutos. Coe o chá e guarde em um recipiente limpo e com tampa.

Posologia (Como Usar o Chá)


Uso interno: 
tomar de 2 a 3 xícaras do chá durante o dia.O chá pode ser usado de duas formas:
  • Uso externo: aplicar o chá frio diretamente no couro cabeludo, massageando por alguns minutos e enxaguando em seguida.
No primeiro caso, é mais indicado para tratar os problemas internos, como a febre, a desintoxicação do fígado, a diarreia, a disenteria, e ainda problemas respiratórios, como tosse, asma e bronquite.
Já no segundo caso, usado diretamente no couro cabeludo, é indicado para tratar a queda de cabelo, a caspa e a seborreia.

Cuidados

Os efeitos medicinais dessa planta estão de acordo com a sabedoria popular, mas ainda não nenhum relato científico que certifique o seu funcionamento para tratar os problemas descritos. Por isso, o seu uso deve ser feito de forma cautelosa, mesmo sendo um produto natural. Se os sintomas persistirem, ou se notar alguma reação adversa ao uso do chá de mutamba, procure um médico para que ele possa fazer um diagnóstico preciso e, se necessário, receitar um outro tipo de medicamento.

Mutamba e a Cura da Aids

Esta planta vem sendo estudada como uma possível cura para a Aids, uma doença que já matou muitas pessoas, principalmente nas décadas de 80 e 90.
As pesquisas são conduzidas pelo médico Paulo Antônio Rodrigues Gouveia, formado em Medicina pelo Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos.
As propriedades medicinais são encontradas na casca, e ainda estão sendo realizadas algumas pesquisas a respeito da cura da Aids. No link acima você pode ver mais detalhes sobre esta pesquisa.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Florais de Bach ajudam a enfrentar as perdas que acontecem ao longo da vida

Florais de Bach ajudam a enfrentar as perdas que acontecem ao longo da vida.

Nossas vidas são compostas em nosso dia-a-dia de inúmeros momentos de impermanência, poderemos observar hoje uma linda e perfumada rosa  e no dia seguinte a mesma poderá não estar mais por lá a brilhar. E nestes momentos de inconstâncias vamos desenhando a história de nossas vidas. 
Algumas pessoas levam o desenrolar de suas tramas de vivência com otimismo, enquanto outras não o conseguem, estando sempre em momentos, confusos a tudo que ocorre ao seu redor e no entanto temos algumas possibilidades de auxílio para nos centrarmos de modo totalmente agradável,natural,cientificamente pesquisado, desenvolvido e comprovado.   

Existem várias essências florais, mas por momento apresento os Florais de Bach. 

O médico inglês Edward Bach, na década de 30, descobriu um sistema universal de cura: os chamados Florais de Bach. A cura, neste caso, não era física, mas sim emocional, afinal, para ele a desordem dos sentimentos e emoções se refletia em malefícios no corpo – uma constatação, atualmente, muito fácil de entender.

Os Florais de Bach são 38 essências feitas a partir de plantas e florais, ‘gotinhas’ que ajudam as pessoas a administrar as pressões emocionais do dia-a-dia e as que surgem motivadas por alguma situação específica – perdas, traumas, etc. Com as emoções em ordem, é possível ter um corpo saudável, livre de qualquer mal.

Bach identificou 38 estados negativos da mente como medo, incerteza, solidão e desalento, entre outros. Para cada estado de ânimo ele encontrou uma planta e criou uma essência floral para tratá-lo.

O sistema criado por Bach tem ainda outras vantagens: além de ser totalmente natural, o preço é acessível e sem contra-indicação. 

Estes florais já se encontram a venda em inúmeras farmácias especializadas, mas o ideal é que  ao lermos sobre determinado floral que se enquadre em nosso momento é que se procure um profissional para orientá-nos sobre qual melhor forma de uso que se adapte ao caso ou problemática em questão. 

O adequado não é fazer o uso das essências florais como um método de SOS mas como um meio complementar de tratamento sendo necessário a orientação de um especialista no assunto.   
Maria Lopes de Andrade. Jornalista Reg. CPJ. 24.825 - 76 RJ - Especializada em Terapias Complementares-Radialista, Parapsicóloga Clínica, Terapeuta Homeopata da Faculdade Federal de Viçosa- MG/ Reg: Livro 10, Nº 21615,Folha 193 v).,Participei do CBO 2000 a convite do MTE 

Perda do emprego, de um ente querido, de uma oportunidade que nunca mais voltará ... Quem nunca passou por uma situação como estas? Todos sabemos que as perdas – das mais simples às mais doloridas - fazem parte da vida, mas os sentimentos provenientes delas, muitas vezes, nos assolam de maneira devastadora.

Segundo a educadora Maria Aparecida das Neves, educadora e terapeuta floral, as ‘gotinhas’ descobertas pelo médico inglês Edward Bach - os Florais de Bach - podem ajudar as pessoas que sofrem após qualquer tipo de perda. “Antes de indicá-los, porém, é preciso saber exatamente como a pessoa está”, reforça.

Susto e pânico - A notícia de uma perda, por exemplo, gera susto e até pânico em algumas pessoas. “Para o primeiro impacto nada como o Rescue Remedy, que deve ser carregado sempre na bolsa para situações emergenciais”, indica Maria Aparecida. “Ele traz um alívio imediato para momentos que causam inquietude”.

Rock Rose. “O choque inicial, que vem com a notícia da perda pode fazer com que a pessoa sinta-se impotente, paralisada. O Rock Rose traz a quem o toma confiança, coragem e calma.”, explica a educadora.

Medo - Se a perda trouxe medo à pessoa –de seguir adiante; de não voltar a ser feliz ou qualquer outro medo que a pessoa consegue definir – vale o Mimulus. “O efeito positivo deste floral é a capacidade de despertar coragem interior”, completa a educadora.

Trauma - O floral Star of Bethelem é também um aliado nesses momentos porque ajuda a pessoa a libertar-se de traumas e experiências ruins. Segundo Aparecida, “o floral traz o consolo e entendimento para seguir em frente”.

Culpa – A pessoa que se sente culpada pela perda que sofreu precisa do floral Pine. É a essência do perdão de acordo com a Aparecida. “Ele vai ajudar quem fica se condenando ou se reprovando o tempo todo. Ajuda quem o toma a libertar-se. Não adianta se auto-reprovar por acontecimentos e nem se culpar pela perda ou pelos erros alheios. O floral Pine traz equilíbrio e senso de responsabilidade.”

Desânimo – E se a perda deixou pelo caminho muito desânimo, o floral indicado é o Gentian. Ele devolve a fé interior, trazendo a certeza de que dias melhores virão.

Melancolia - o floral indicado neste caso é o Mustard, que transforma a tristeza em alegria. Ele traz serenidade e estabilidade emocional para o coração.

Pensamento fixo no passado - o floral Honeysuckle traz a capacidade de recordar o passado sem deixar de viver o presente em sua plenitude. “E isso é essencial para tocar a vida adiante”, reforça Aparecida.
http://www.caldoquantico.com.br/ciencia_caldo_000_0002.htm

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Maria Lopes de Andrade participei a convite do MTE do CBO 2000 - Classificação Brasileira de Ocupações



Maria Lopes de Andrade participei a convite 

do MTE 

do

    CBO 2000


 Dentre todos os Selos e Classificações que divulgo  nos blogs Maria Lopes a minha participação no CBO 2000 é o momento de minha vida profissional que guardo com grande carinho e satisfação a de ter sido convocada e indicada  através entidades de classe para representar  junto ao MTE os profissionais da área da saúde complementar, 
      fui incluída no convênio realizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego  
como participante para a 
Classificação de Ocupações no Brasil 
por meu desempenho profissional com o 
Mérito de Qualidade de Trabalho  
Mas o que isto significa e como foi realizada a escolha dos profissionais componentes do 
CBO 2 000? 
No meu caso específico fui classificada como profissional terapeuta desempenhando em família por residir em Maricá no Rio de Janeiro, local considerado distante dos grandes centros do país e principalmente por desempenhar meu trabalho na ocasião em minha própria residência com a colaboração do 
 Ivan Luiz de Andrade
(dando o suporte na parte da informática) é o meu marido e por termos uma filha. 
   Ivan Luiz 
tem no seu curriculum entre outros títulos o de  
jornalista, professor de geografia e analista de computação.    
Embora sendo Homeopata não médica com formação pela 
Universidade Federal de Viçosa 
num curso de 4 anos e Acupunturista, 
fui classificada para que as normas de trabalho dosFitoterapeutas 
se tornassem realidade e deixassem a clandestinidade, 
o projeto foi desenvolvido tendo em vista desde o plantio, 
a colheita e uso das ervas medicinais até os setores acadêmicos.   
O que ocorreu de mais interessante no princípio foi que ao receber os emails  eu nem sequer aceitava lê-los, por pensar que eram trotes de mal gosto, imagina se o Ministério do Trabalho e Emprego convocaria a Maria Lopes para algum projeto, era o que se passava por minha mente até que finalmente em determinada data recebi um telefonema de um representante do Universidade Federal de Minas Gerais me questionando por qual motivo eu não respondia as comunicações que me esclareceu e todos os procedimentos e como minha família havia sido classificada e de qual maneira seria desenvolvido todo o trabalho até seu término, foi uma tarefa dificílima de ser levada até sua concretização total, e por quase um ano me vi envolvida nesta projeto o que muito me orgulho a de ter colaborado não somente com a classificação da fitoterapia e homeopatia mas indicamos e conseguimos a vitória da  inclusão de várias outras ocupações profissionais  que eram consideradas alternativas e hoje são reconhecidas como Terapias Complementares e os profissionais neste campo a cada dia que se passa recebem o reconhecimento da população como contribuintes importantíssimo na área da Saúde e Ciência. 
Após terminarmos a classificação da Fitoterapia incluímos a Homeopatia desempenhada pelos não médicos e nesta etapa tivemos a participação fundamental de profissionais e professores  ligados a Unv. Fed de Viçosa/MG.
O projeto de classificação das terapias teve o Ministério do Trabalho e Emprego, 
a Univ. Federal de Minas Gerais e do Canada, tendo como norteio a elevação e equiparação dos currículos dos profissionais brasileiros aos internacionais. 
Tendo como principal objetivo na questão da fitoterapia, que foi a primeira profissão a ser classificada, a escolha da família deveria ser desempenhada por familiares desde o trato e cultivo do solo até à sua extração e venda que por total desconhecimento de valores, vendiam seus produtos por trocas insignificantes de moedas tornando-se um trabalho próximo da escravidão e até mesmo sendo ludibriados com a venda ilegal ao exterior da matéria prima da floresta brasileira. 
Foi escolhido o Pau-Rosa para o projeto inicial por ser desenvolvido em seu plantio e colheita tendo o envolvimento familiar, em alguns casos como herança sendo repassada através das gerações, e por este motivo  recebeu o nome 
Projeto Avô, Pai - Filho (envolvendo  inclusive as crianças no trabalho manual no campo). 
Os nativos sacrificam as árvores adultas por não saberem que poderiam recorrem apenas ao uso  das folhas, sem a necessidade da derrubada da árvore. 
Eram explorados por estrangeiros que se beneficiavam com esta colheita levando ilegalmente o pau rosa para o outros países para a  desenvolvimento de óleos essenciais, cosméticos ou sabonete sem o devido visto e licenciamento pelos códigos de exportação do Brasil.  
 O projeto avô, pai filho, teve como fundamental levar os profissionais acadêmicos para o interior do país com o objetivo de ensinar aos nativos desde a melhor forma de uso e aproveitamento do solo até o manuseio e colheita consciente e que  sempre que alguma árvore adulta fosse derruba,  uma nova muda da mesma espécie deveria ser obrigatoriamente plantada,   e que apenas as folhas poderiam e deveriam serem  usadas sem a necessidade de se sacrificar a mata levando ao longo dos anos a sua extinção.  
Este Projeto foi previsto para 10 anos incluindo principalmente a educação no campo, envolvendo   desde o mais jovem membro familiar  a partir do ensino fundamental até a sua formação acadêmica, tendo como prioridade em sua base educacional oportunizar com esta medida a melhor qualificação do profissional do nativo e oferecer outro ponto fundamental( em meu modo de observância) afastar o abuso da mão de obra nativa assim com o contrabando da madeira. 
Com a implementação do Projeto Avô Pai Filho em conjunto com o CBO 2 000 (classificação Brasileira de Ocupações), elevou-se uma verdadeira rede educacional e profissional, desde os extrativistas até os fitoterapeutas e cientistas do Brasil, transformando a semeadura consciente em manuseio de qualidade no campo,  até as  pesquisas nos laboratórios científicos  para que se alcance a validação de segurança nas indicação e  prescrições nos  tratamentos com as ervas medicinais na área da saúde no Brasil.  
Agradeço a todos os participantes a oportunidade de ter colaborado com projeto de tal porte, que teve escolhido para a concretização deste
 Projeto no campo, 
a comunidade dos extrativistas da família de 
Chico Mendes.  





Participei como convidada por 


Qualidade de Trabalho CBO 2000 MTE (Classificação 


Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e 

Emprego). 

Ofício nº194/SE-MTE 

"Secretaria Executiva do Ministério do Trabalho e Emprego". 

Brasília,17 de maio de 2000.

Projeto de Mudança
Temos presenciado profundas transformações no mundo do trabalhador. Globalização, difusão de novas tecnologias, novas formas de organização do trabalho; são alguns exemplos das mudanças que vêm exigindo dos trabalhadores o desenvolvimento de novas competências frente a sua profissão.
O próprio conceito de ocupação têm se modificado. A antiga forma de classificação baseada em pequenas qualificações fixas, está sendo substituída por sistemas mais versáteis, flexíveis e amplos.
Atualmente a CBO é utilizada para registros administrativos (RAIS e CAGED), carteira de trabalho, imposto de renda, imigração, pesquisas salariais, estatísticas oficiais, definição de políticas de emprego, entre outros. O objetivo é que a nova CBO seja a única classificação ocupacional, passando a ser utilizada também para os registros domiciliares (censo).
Outro objetivo é garantir a atualização e a competitividade da nossa mão-de-obra em nível internacional. Para tanto, nosso sistema deverá estar em sintonia com as ocupações dos demais países com os quais o Brasil mantém relação. Por isto a elaboração da CBO tem como norteador a Classificação Internacional Uniforme de Ocupações - CIUO, que fornece aos países um sistema referencial que permite uma comparação de ocupações em âmbito internacional.
Este grande projeto, que teve início em 1996 e está sendo conduzido no âmbito da CONCLA - Comissão Nacional de Classificação, conta com o apoio de Confederações, Federações, Sindicatos, Associações, Áreas de Recursos Humanos, com destaque para o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Mas você também pode participar.


Etapas do Projeto
Em 1996, o Ministério do Trabalho e Emprego, em pareceria com o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, organizou uma proposta de estrutura de famílias ocupacionais e seu dicionário. O documento proposto foi amplamente divulgado e em 1997 foi organizada uma série de reuniões com sindicatos, órgãos de formação profissional, escolas técnicas, universidades e institutos de pesquisa, para sua validação. O trabalho foi encerrado em outubro de 1998.
Uma vez definido essa estrutura básica inicial, a próxima etapa consiste na elaboração das descrições (conteúdo do trabalho) de cada uma das famílias ocupacionais.
Para efetuar a descrição das famílias, é utilizada uma metodologia que consiste em reuniões com grupos de trabalhadores (chamados de Grupo Especialista) que são especialmente convidados por serem considerados profundos conhecedores da sua profissão e respeitados pela seu desempenho profissional. O objetivo é identificar as competências, habilidades e principais atividades de cada família ocupacional.
Para esta etapa do projeto, o MTE conta com as seguintes parcerias:
· SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, que através do CIET - Centro Internacional para Educação Trabalho e Transferência de Tecnologia, está responsável pela descrição de 253 famílias do setor industrial.
· FIPE - Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, responsável pela descrição de 120 famílias dos profissionais das ciências sociais e humanas, dirigentes de empresas, comércio, serviços e administração.
· FUNCAMP - Fundação de Desenvolvimento da Unicamp, responsável pela descrição de 50 famílias ocupacionais que integram as classes profissionais de ensino, jurídicos, de atendimento ao público e cultural.
· FUNDEP - Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do CEDEPLAR - Centro de Desenvolvimento Planejamento da Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG, responsável por 105 descrições das famílias ocupacionais do técnicos e trabalhadores dos segmentos agropecuários, florestal e pesca e profissionais das áreas das ciências e da engenharia.
Uma vez elaborada a descrição pelo Grupo de Especialistas, passa-se para a fase de validação desses conteúdos. Esta fase, que ocorre ao final de cada reunião dos Grupos de Especialistas, é realizada pelo Comitê de Validação. Este comitê é formado por profissionais com reconhecida competência técnica, facilidade de comunicação, influentes em seu meio de atuação e atualizados a respeito das novidades que dizem respeito a ocupação, e seu papel é ajustar as descrições propostas para cada família.
Tanto a nomenclatura como o índice de sinônimos estão sendo testados pelo IBGE nos experimentos-piloto que antecedem o censo populacional 2000.

http://www.filologia.org.br/vcnlf/anais%20v/civ8_01.htm


http://marialopeseahomeopatiametafsica.blogspot.com.br/2016/07/cbo-classificacao-brasileira-de.html